Partido Regressista é o nome que tomou, durante o período regencial do Brasil,
a corrente conservadora que apoiava uma maior centralização do poder,
como forma de se combater aquilo que definiam como anarquia, ocorrida
durante a segunda regência do Padre Feijó.
Defendendo o Estado centralizador e autoritário, tinha por principal líder o conservador Bernardo Pereira de Vasconcelos.
O Regresso chegou ao poder em 1837, quando ocorre a renúncia de Feijó e ocupa interinamente a Regência o pernambucando Pedro de Araújo Lima. Um dos primeiros gestos do novo Regente foi o beija-mão no Imperador, então menor de idade, D. Pedro II.
O Regresso foi uma das causas diretas do levante ocorrido em Salvador, conhecido como Sabinada; contra ele Manuel de Araújo Porto Alegre compusera versos que eram cantados nas ruas e diziam: "Viva o amor! Fora o Regresso!"
Leis conservadoras revogaram, na prática,, as inovações liberais introduzidas no Código de Processo Criminal de 1832 e no Ato Adicional,este último pela chamada Lei Interpretativa do Ato Adicional, de 12 de maio de 1840.
Em julho de 1840 os moderados deram o Golpe da Maioridade, proclamando a capacidade plena do jovem monarca, e derrubando os regressistas do poder.
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